terça-feira, 18 de janeiro de 2011

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Férias na praia

Estava eu na praia semana passada, observando as famílias chegando perto do meio-dia carregadas com o suficiente para passar dois dias acampando na beira do mar, quando lembrei de uma crônica do Luís Fernando Veríssimo, e resolvi eu mesma escrever algo sobre a praia.
Qualquer semelhança com a crônica do L. F. Veríssmo não é mera coincidência, rsrs. (Aliás, quem quiser ler o texto dele, com adendos bem humorados das meninas do blog Pura Volúpia - recomendo!, - cliquem aqui)

"Ahhh, o verão. Praia, sol, mar, calorão de 40 graus. Na beira do mar, famílias inteiras montam um verdadeiro acampamento na areia. As crianças fazem castelinhos de areia, enfeitando-os com os palitinhos dos picolés que comeram e com os quais se lambuzaram por completo, e depois completaram a milanesa rolando no chão. E com as mãozinhas cheias de areia, ainda comem um frango ou batatinha frita que está rolando pelo “acampamento”, completando com um saudabilíssimo refrigerante de cola.

As mulheres passam um óleo bronzeador e deitam ao sol do meio-dia, tendo o cuidado de se virar a cada meia hora, para não “fritar” demais. Enquanto curtem o sol tostando sua epiderme, discutem sobre os próximos capítulos da novela das oito.
E os homens? “Desce mais uma cervejinha aí, faz favor!” Eles ficam na rodinha bebendo, cavoucando a areia com os pés, comendo batata-frita, polenta, bolinhos de fritura com queijo, violinha à milanesa, frango com farofa, ou seja, “férias são férias, não me venham com esse papo de colesterol até aqui!”.

Todos se divertindo, suando, comendo, bebendo, fritando. Sempre de olho nas crianças, afinal, a praia está lotada, ninguém quer precisar se incomodar procurando nenhuma pestinha perdida. E todos sabem que quando eles vão para o mar, com o intuito de encher o baldinho de água pro lago do castelinho de areia, sempre acabam se perdendo. E criança chorando, perdida, nunca falta na praia típica dos veranistas.
Lá pelas quatro da tarde, quando toda comida foi consumida, a família volta pra casa. A pele pegajosa da mistura de suor, bronzeador, água salgada e areia, cada um carregando uma cadeira ou guarda-sol, levantam acampamento. Para trás só fica o lixo, copos descartáveis, palha de milho, papel de picolé, guardanapos.

Todos chegam a casa, as mulheres conferindo o “bronzeado” pelas marcas do biquíni, os homens procurando cerveja na geladeira, as crianças chorando de cansaço e sede. E alguém comenta feliz, olhando para o céu: “Acho que amanhã vai dar sol!”. E tudo se repete novamente."



P.S.: Pois é, foi na praia que eu tive a idéia de botar o blog na ativa novamente... espero que eu consiga mantê-lo atualizado agora com a volta às aulas. ;)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Entrando no Gigantinho pela área VIP!!!



Juli, Vânia, Mena, Eu, e mais duas amigas especiais que fizemos na fila do show, Ana Paula e Roberta!!!

Foto retirada do site: http://www.hitsprodutora.art.br/home/galeria.php?id=210


Bjooooooooooo

Fiquem sempre com as 2 energias: DEUS E AMOR!!!

Acessem: www.fcsulvictoreleo.blogspot.com

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Antes do show do Victor e Leo em POA



Notem como estávamos pertinho do palco... faltavam duas horas e estávamos animadíssimas, a emoção era muito grande!!!
Corações a mil!!!
Fora as amizades que fizemos, né Roberta e Paula?!!?
Só mesmo um show do Victor e Leo para emanar uma energia tão boa que contagia a todos ao redor deles, fãs, amigos, família, e unir-nos numa corrente mágica de DEUS E AMOR!!!


Fotinho das tietes:

ROBERTA E PAULA



VÂNIA, RÊ, JULI E MENA

Bjoooooooooooooooooo


Acessem: www.fcsulvictoreleo.blogspot.com

Show perfeitoooo!!!



Cantei todas as músicas, tava d+, sem palavras para descrever!!!
Aqui uma pequena demonstração de como eles são muito famosos aqui no RS também!!!

Bjooooo

Acessem: www.fcsulvictoreleo.blogspot.com

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

*** 4 ENERGIAS: DEUS, AMOR, VICTOR & LEO ***




Invente-se! - 04/08/2008

Quem sou e quem quero ser?
Simples perguntas e quase nunca feitas.
Quem sou?
Sou o que faço a cada novo segundo ou vivo daquilo que fui? Sou o que escolho ou o que os outros escolhem para mim? Sou um sonhador ou sou um realizador? Sou parte de um todo ou um todo de alguma parte? Sou o que as pessoas pensam ou sou quem não se importa muito com o que as pessoas pensam? Sou o que querem que eu seja ou o que quero ser? Sou a imitação de alguém ou me baseio em algo ou alguém para criar quem sou? Sou o que meu signo sugere? Sou o que a numerologia diz? Sou a fofoca de alguém? Sou algo ou sou alguém? Sou mutante ou relutante? Sou o que tenho ou o que sou? Sou ou estou? Sou macho para ser homem ou homem por ser apenas humano? Sou uma mulher ou mulher de alguém? Sou vítima e coitadinho ou supero os desafios? Sou um caçador de justificativas ou aprendo com as falhas? Sou um “espalha boatos” ou ouvinte dos fatos?
Talvez sejamos tudo isso, ao mesmo tempo. Mas em algum momento, quando esta vida se for, você não será mais nada do que pensa ser. Você não será torcedor nem jogador de nada, assim como não será vencedor nem perdedor. Aliás, terá brigado muito por falsas vitórias. Seu corpo será pó e o vento que o levar trará apenas uma pergunta: Fui o melhor que pude ser?
Quem quero ser?
Quero ser mais educado ou continuar rude? Quero ser famoso para ser honrado? Quero ser reconhecido para não me sentir tão pequeno? Quero ser bravo para ser forte? Quero me tornar rei, mesmo que de um lamaçal? Quero ser alguém porque me sinto ninguém? Quero ser algo ou ser alguém? O que é ser alguém? Quero ser seguro ou continuar ciumento?Quero ser melhor que os outros ou melhor do que sou? Quero ser sincero ou continuar mentindo só para agradar? Quero ser rico para ser feliz ou rico e feliz? Posso me inventar? Posso criar em mim o que penso que seja o melhor que posso ser?
Podemos ser o que quisermos. Mesmo negando, esta é uma verdade incidente e geral.
Nossa criação, nossa sociedade e as pessoas podem nos ter inventado até agora. Mas é hora de nós mesmos sermos nossos próprios inventores. Mude as peças. Entorte os parafusos ou perca alguns, mas invente-se. Seja-se. Crie-se. Lave-se. Mude-se. Mova-se. Erga-se. Renove-se. Perca-se em si mas encontre-se. Não seja fruto, produza.
Sua religião, sua crença, sua fé, suas vontades, seus olhares, suas palavras, sua língua, seu time, sua vocação e suas escolhas possuem algum sentido ou são meras aceitações? Aceitou ser algo ou escolheu ser quem é?
Hora de inventar-se, reinventar-se e perguntar-se: Quem sou e quem quero ser?
Pode ser que sua vida esteja sem sentido e você só perceba isso quando sentir que não a possui mais.
Repare que antes de você ter a certeza de ser o dono das melhores escolhas e crenças que pôde ter até agora, alguém as pode ter lhe mostrado ou dito. São mesmo suas? São mesmo as melhores? Sua religião é a melhor e a mais verdadeira do mundo inteiro? Seu time é o melhor? Você é o exemplo máximo a ser seguido? Quem disse? Quem prova? Suas palavras são as mais verdadeiras do mundo? Você ensina seu filho a pensar ou a pensar como você?
Busque um sentido para cada escolha que fizer. Tenha um “pra quê” para cada verdade que escolher acreditar. Pergunte-se: “Para que serve acreditar nisto?” ou "Acreditar nisto me faz mais feliz ou torna minha vida mais positiva?".
Sua verdade não precisa ser a verdade dos outros e ninguém é obrigado a aceitá-la. Mas não precisa aceitar a verdade dos outros como se fosse sua sem antes questionar-se, porque isto é uma forma de negar o maior e menos usado dos dons da vida: O dom de inventar-se!

Victor Chaves

Eles são demais!!!!

Todos os fãs, acessem aqui: http://www.fcsulvictoreleo.blogspot.com/

Beijinhossss!!!!!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Crueldade com animais, jamais!



João Ubaldo Ribeiro está liderando uma campanha contra o "artista plástico" Guillermo Habacuc Vargas. Sob a desculpa de se tratar de uma "instalação", o porto-riquenho filho de chocadeira amarrou um cachorro de rua à parede de um museu (foto acima) sem comida nem água durante a Bienal Centroamericana de 2007 para que o público pudesse acompanhar o seu sofrimento. Inexplicavelmente, nenhum dos milhares de expectadores fez nada, e o animal acabou morrendo, ali mesmo, onde foi deixado até o final da exposição.


Não fosse isso suficiente, o "artista" foi convidado de novo para a mostra. A petição de Ubaldo é para que se impeça a repetição da crueldade na Bienal deste ano (aliás, Bienal não é de 2 em 2 anos? Sempre achei isso...), proibindo a participação de Habacuc através de um simples clique no link abaixo.


Segue a carta completa dele. Estranhei, por se tratar de notável conhecedor de nossa língua, a falta de alguns acentos (que coloquei) e frases escritas de forma estranha (nas quais não mexi). Caso a carta não seja realmente dele, peço desculpas pelo mico, mas ainda assim, a causa continua sendo nobre.


Petição - Boicote à presença de Guillermo Habacuc Vargas na Bienal Centroamericana 2008



Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede, como se fosse uma 'instalação perecível', nas palavras do artista'.



Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal. Até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.

Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvageria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel ação na Bienal em 2008.

Fato que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :
http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html

ENVIE ESTA MENSAGEM A TODOS OS SEUS CONTATOS, POR FAVOR.

[FIM]


Já que não podemos amarrar esse arrombado na parede do museu e o deixar sem água nem comida durante a Bienal inteira, pelo menos a clicadinha a gente não pode deixar passar.


Colabora aí, galera.